Conheça a coluna do Newton

Sobre escrever

Há questões que, no fim, afligem todos nessa vida, mas que quando nos deparamos com elas, nos sentimos o mais singular dos seres. Nos sentimos solitários, loucos, incompreendidos e absolutamente únicos. Nos apartamos um pouco do mundo real e nos fechamos num diálogo interno que nos consome. O que acontece conosco quando estamos esperando uma ligação que não vem? Ou quando não estamos conseguindo escolher entre duas coisas que queremos para nossas vidas? Quanto não nos transtorna uma palavra nossa que não queríamos ter pronunciado? Ou um ato? E quando queríamos ter dito algo que não dissemos, então? Qual é a importância do amor na vida de cada um? E o do nosso legítimo desejo de potência? Só cada um sabe até aonde é capaz de ir o próprio pensamento nesses temas e o quanto pode durar essa viagem.

Sobre ele

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Tive uma infância de classe média num bairro de São Paulo nos anos 80. Gostava de aprender e gostava da escola. Já era meio polêmico e falador, mas fazia molecagens de moleque também. Fui um adolescente cheio de questões filosóficas e romantismo, e trabalhei desde cedo. Decidi ser cientista químico, mas antes fui viajar pelo mundo e acabei historiador e escritor. Vivi a USP, a política e descobri que gosto do Brasil, vivo o Brasil. Li bastante, mas com muito menos concentração do que as pessoas pensam que li. Errei pelos lugares mais remotos do mundo e errei aqui perto também.  Quando a vida começou a pesar demais, passei um tempo na análise e enquanto isso continuei estudando e trabalhando como professor e escritor. A análise me levou a me tornar psicanalista também. Cumpri os rituais, escrevi livros e obtive alguns títulos acadêmicos, e recompensas sociais significativas. Mas para tratar disso, existem outros links. (Lattes, Linkedin… essas coisas)

Sempre fui apaixonado pela vida, pelos projetos e, principalmente, pelas pessoas. Vivi bastante coisa e com muita intensidade. Acho que construí laços com muitas pessoas. Isso me trouxe/traz alegrias incríveis e dores atrozes. Tenho hoje 45 anos, uma filha de 5 anos de quem me sinto pai, algum aprendizado e muita coisa pela frente. E continuo gostando de aprender e de comunicar o que aprendo.

Enfim… meu currículo sou eu.

Leia os textos aqui.

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